Morte e história ganham espaço em museu blumenauense   

 
Família com atuação histórica no setor funerário mantém o local e oferece reflexão sobre o tema 

Por Lucas Guerega e Marcelo da Costa Gouvea

A morte, embora seja um processo natural, tende a ser traumática e frequentemente evitada como tema de debate público. Contudo, no bairro Escola Agrícola, em Blumenau, um espaço cultural propõe ressignificar esse tabu por meio da preservação histórica. Mantido pela família Haas desde 2017, o Museu Haas destaca-se como uma das poucas instituições do país dedicada ao gênero funerário, reunindo um acervo com mais de 13 mil peças que fundem a trajetória familiar com a própria história do município.

A reportagem aborda como o espaço utiliza ferramentas de trabalho, documentos e itens fúnebres para mediar o luto e estimular uma reflexão profunda sobre a finitude humana.

A história da família Haas e a transformação de um tema ainda cercado por tabus foram traduzidas nesta reportagem em quadrinhos.

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